AEROSTATO


Camuflagem



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 20h10
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Amigos leitores:

Estou administrando outros endereços, mais fáceis de postar, mais bonitos de ver e ler. Acessem e favoritem os links: 

www.aerostatousina.blogspot.com

Este endereço aqui vai continuar existindo e sendo atualizado,

quem sabe eu com o tempo aprenda a fazer, de novo, aqui, bonitas postagens.

SALUT!

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 18h06
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Um primeiro dia forte

e com sorte

contente...

Valoriza a eternidade,

à posteridade.

 

 

 

 

Antes do sublime é bom deixar bem claro:

a citação é honesta. Não remetam ao bem vindo

Menino de Belém, ao Jesus de Nazaré.

 

Todo jumento tem

uma cruz nas costas.                                        L. G.

 

Quem tem burro

não compra cavalo.                                          pop.

 

Quem acha besta

sem dono

Viaja à pé se quiser.                                         R. C.

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 16h40
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Todas as noites

sentia as notas

sorria

nas horas vagas

palavras

eram ditos

através do mármore.

 

Num silêncio

atravessando

a torre

feito um mapa.

 

Na imensidão

horizontal

do vasto alargando

a fonte.

Num idílico

sustentáculo

do todo.

 

A forma seguindo o eco

armando a lição.

Na coragem se confortam.

 

A noite vadia

na estrela

vou partir.

Acho que não dá

pé - Barreia

minha lagoa

feito em dó.

Alargando os contornos

tive que ver

quantos quantos

são os estragos

nesses dias de vc.

Esperando o açoite

d'amanhã

reforçando o brio

que salta de suas marmotas.

Eu tenho mais fé

de encontrar contigo

ou

perder essa briga.

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 16h32
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Passarei alguns dias sem você. Seremos ainda mais amplos.

Contigo estou sempre a um passo da permissão. Contigo estou sempre à espera de um milagre. Como se fosse possível remeter evitando a lembrança do passado. Como se a memória fosse nossa última estalagem. Com as portas cerradas, breu e escuridão. Como quando chegamos ao fim de uma contagem. Nobre ou monstro ainda me quis, puxado pelas ventas.

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 18h13
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Se é pequeno digo que não.

Gosto do desejo gigante

do amor imenso.

Imerso

entre as trocas.

 

Se for cuidadoso

estou prestes a sorrir,

numa beleza enorme

meus gestos

superam-se no zelo.

 

Ontem eu vi você olhando pela janela.

Não faça planos que cortem, a edição brusca afasta o amor de um lance cordel nouvelle vague.

Não espero demais. Habituei-me tanto a esse ninho, ele ficou guardado entre as páginas de nossas recordações.

Vem, marcando um caminho, sem fim, entres as louças.

 

Todavia você fez assim...

Ficou estampando essas preces, assumindo logo que veio certeira pra combinar comigo os passos num futuro. Ontem eu tive a visão, calculei exatamente os anseios desfiz longamente seus planos de sair por aí, feitos numa busca absurda.

Não quero pensar nesse além, sossegue, o tempo chega e vai embora. E ficamos prestes a sorrir, de presente temos esse agora. Livre-se de todo grau de hesitação, livre-se das duvidas que assombrem essa hora, ou teremos logo que partir, buscando as luzes, lá fora.

Onde a porto não há escuridão.

 

Calmamente esperei suas reações, não inventei, como era meu plano, nenhum gesto que fizesse você. Se antes de sair eu me fiz de triste foi a ponta do cuidado de vê-la, sozinho pela noite, excluído de ti.

Encurtando sua atmosfera, de herdado.

Que herança nos legaram, por precaução.

Ontem eu te fiz um pedido, quero muito que venhas sempre, casualmente, como foi dessa vez. Não se faça de rogada. Não te farei muitas perguntas. Eu sempre espero você chegar ao meio da noite arrastando meu sonho e, quando chove eu lavo o diário de esperança.

Poucas vezes você falhou, ainda mais nesses dias de perdoar. Sei que me perdoar as asneiras merece um solitário capricho, você nunca se faz demais. Eu nunca saberia prende-la.

Amo-te nos dias que vens,

nada mais. Edito nossos encontros como o correr de uma narrativa que valsa.

 

...

 

Faz muito tempo que eu não sei o que é ter pecado. Faz muito tempo que eu deixei de ir à igreja, à escola, não sem razão. Leve, minha vida levo fora da pretensão dessas grades, distante destes porões.

Lá fora sigo apenas no instinto

os passos

do meu tesão!

 

...

 

A Verdadeira riqueza de um povo... Recolhe no chão da feira.

 

...

 

Homem mirando o mar,

e nem uma dúvida. Certeza!

Alguma força se levanta e expande a noite em melodia.

 

Se a ação fura e dinamiza...

Quanta questão nos vem, sem aspecto?

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 18h11
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®34. open

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A solidão é o que nos faz

 

 

Desde muito tempo, pequenino, eu adquiri o hábito de guardar, não por avareza, mas, por falta de opção. Destes dias, não tendo o que fazer, comecei a escrever bilhetes a respeito do que ia fazer, que fosse preciso fazer. É preciso dizer que essa literatura foi ficando, cada vez mais, cheia de chaves.

Exercendo o meu texto melimetricamente, prazerosamente, sem pretensão...

Logo logo eu descobri que não é preciso fazer muita coisa. Então, continuei escrevendo apenas, já que é realmente, o que resta a fazer.

 

 

O mundo está como uma bolha de sabão.

Não nos perguntamos mais o que vamos comer.

Perguntamos-nos: aonde vamos comer?

Foi-se o tempo em que o fogo

era um mistério, um atrativo, no centro da nossa sala.

 

E lá de cima ouvíamos o som alto de Apolo no Dionisiu’s, deitados no chão.

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 22h07
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Tenho adoração ao memorável,

sublimo tudo em minhas veias.

E quando um isto me põe a teima

fagulho calmo a minha bagagem.

 

Estiro o pensar em provisão

e pesco longe com os sentidos

um ritmo que me ajuda a sorrir.

É porque ou bem, ou now,

eu não largo o pau

de minha bandeira.

 

Ser, firme por dentro,

do organismo

que em mim lateja.

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 22h05
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AEROSTATO 77

Arte no homem do vale

renatodemelomedeiros@gmail.com

 

Existe, por enquanto, todo esse tempo para a politicagem.

As eleições têm sempre esse jogo tão sujo, o recado é mínimo.

Existe um hábito, muito saudável e louvável, de calcular a produção de carbono de vários tipos de eventos: haves, programas de TV, festas de aniversários(de pessoais legais e conscientes), festivais, feiras de livros, filmes, etc. Durante a nossa vida, nosso consumo produz uma quantidade pouco agradável de carbono solto na atmosfera, agravando o já muito conhecido efeito estufa, aquecimento global. O uso de energia na manutenção da estrutura, dos indivíduos, solta no céu aquela fuligem como a dos veículos, é o pum sócio-ambiental. Pensando numa perspectiva de futuro diminuímos o gasto supérfluo de combustíveis fosseis, energias não renováveis, poluentes em geral. Esses eventos, por exemplo, fazem esse calculo para compensar o planeta com o plantio de árvores. A ação é chamada: CarbOno Zero! Vi num site de corridas de bike, vi no programa Um Pé de Quê? de Regina Case, vi na festa de casamento de Mauricio e Ângela, faço isso na minha casa-laboratório, faça na sua... é prático. Entre no site da Futura e aplique seu consumo a contrapartida na plantação de árvores, na utilização dos recursos com elegância, sem lixo é luxo. E por falar em elegância, como faz falta ao processo eletivo essa atitude tão justa. Não contentes com toda inutilidade de seus cargos, esses parasitas ainda esbanjam poluição, sonora, visual e tal. Nem de Gabeira escutamos um dito sobre a campanha consciente, ecologicamente decente. Aqui pelo Assu as coisas são risíveis, pra não chorar. Carros e mais carros saem pela rua desperdiçando combustível e fazendo barulho, essas festas comício nos finais de semana (sem o Juiz/o!) deixam um rastro de sujeira bem parecido a essas caras. Não é dever da autoridade analisar e compensar seus atos?

O que devemos fazer?

Dá bom exemplo!

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 22h02
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Tens

normais qualidades

te abusam.

 

Aos jornais

o medonho nojo

aos normais

te acusam.

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 15h38
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Pertence a essa falsa província,

tão grande, tão chega,

o tolo hábito de sangrar seus vales

em torturada atmosfera,

semi-governada,

humilhada.

 

Num corte de suas matas,

poluição de suas águas, única riqueza.

 

Vi 3 caminhões, velhos como o triste costume, carregando pilhas em toras dos caules de carnaubeiras violentadas.

 

Vi que o homem do vale açuense

é realmente digno de nota: zero.

Como assim vai sua estrada.

 

Lamento tê-los

confundidos.

 

 

Tens

normais qualidades

te abusam.

 

Aos jornais

o medonho nojo

aos normais

te acusam.

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 15h28
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Alados corações,

esses são seus nomes,

avançam pela atmosfera densa.

 

Ouviram todas as preces

e aumentaram sua glória

numa comum espada.

Ou...

Ouvirão todas as preces

e aumentarão a glória

do pacífico espelho

dos contos de fadas.

 

Preste bem atenção:

ainda é um sono

o que guia esses abutres.

 

É como hospedar uma borboleta

no interior de sua crisálida.

Na iminência de um vôo, almeja

o isolamento no silencioso

desenrolar de seu parto.

 

Partirá!

Continuando o seu ciclo

de larva, monstro devorador

e beleza.

Feito a paixão e suas presas.

 

Longe do coração

há a certeza do amor.

No seio da memória pretendida.

Nos sonhos de uma certeza.

 

 

Quem não tem cão: canta de galo!

 

 

Aonde um salitrado silêncio esgotou num apelo.

Seus próximos passos ainda seriam uma escapada visão.

 

Parte do véu

saiu ao vento,

feito uma nuvem

que cobria o céu.

 

Ou ondas de uma visão colossal, revestindo a dúvida, sem contar vantagem, tremendo num meio de durar. Onde a contagem regrediu num gelo, laço e apelo, dum sonâmbulo encontro.

 

Se pensaram ancorar se perderam em contagens dominadas pela domada espera. Gruta lá fora. Tiveram que encontrar num leste onde ardia um segredo, tão vasto. Aonde as sobras não se fizeram escolha, nem limites. Poderíamos partir, entre canções, na dúvida, estalando de nova.

Lá fora os segredos, sempre gastos. Prontos a parir. Diversos.

Existe um paraíso que brota em toda utopia machucada.

E existe a razão, não isola o tremendo susto, da milagrosa hora em torno desse círio, que arde.

Novos portos pisarão seus pés e novas frutas

serão raízes no próximo invento.

Do ontem

seu caminho é destino.

Do agora, seus passos em questão: que lindo amanhã lhe darão.

 

Ancorar sua razão nos cometas. Seu brilho, nessa mecha de sol.

Um horizonte lindo descansa a visão de todo ser

que caminha por si, amando a todos

numa enorme oração que festeja.

Sossegar a alma nos braços do convívio.

Abraça a partilha, num louvor, nessa espera.

Feita em espaço, de missão.

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 00h15
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Trago-te

a luz

de velas

aqui aonde

o meu folclore

perdeu as botas.

 

Restamos às palavras

escritas ou percebidas

num som.

 

Gosto

não se diz,

curte.

 

 

O que balança

nervoso

sendo escravo

de um presságio

querendo romper

as grades

do imprevisto.

 

Sendo limite

e dobra

da imensa vontade

construindo a teia.

 

Ondula a intenção

vasculhando no capricho

a distinta desculpa

que não cala

na memória

o percebido.

 

 

É desenhando essa fonte

que largo seus conselhos

no jardim.

 

Chegaste a um ponto

do limite que não se apossa. De mim

sei: antecipando: o restante da cor.

Em frente à música.

 

É desenhado esse encontro

que foge ao controle

o gesto que diz: pegaste um ponto

do limite: não se aposta

antecipando o restante

da cor.

Enfrente a música.

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 00h11
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Há sombras

no recanto

da bondade.

 

Qual estilo

vasa e apóia,

a mesma,

atitude pretendida?

 

Livram a suada honestidade na partilha com a coragem. Reforçam seu meio, seu destino ultrapassando as sobras

dúvidas.

Seu gesto não anula a timidez

que moldou seus fatos.

Belo demais é tudo que nos vem as cegas.

Pérola – Prisioneira num pão.

 

Alimente sua coragem feito em ritmo e dom.

Subtraia os limites antevendo o medonho espaço que não fazem teu.

Inflame seu peito

honestamente dizendo

os meios de flotar a sorte e

sobre ao final.

 

Sem que esteja chovendo, sei que, o necessário, já foi feito. Tirarão suas dúvidas impacientes explorando os caprichosos votos, feito seiva atemporal.

Distante os apelos encarecendo o vigor em contar paixão pela hora pretendida.

Mas, que dia virá?

 

Essa mesma menção

dos contados encantos

que sobraram em nós

dos incontáveis versos.

 

No vácuo, o êxtase,

pronto a não falhar.

 

Aludindo as pedras

duras

maduras ao calor

que molda

seu contorno na paisagem.

 

Aspirando outro valor

aos anéis que duram.

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 00h08
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Vazio.

Não tens o dom

pra solteiro sorriso em claridade.

Sem mestre ou prumo selvagem. Soletrar.

 

Andas,

antecipar navega

vasculhando ofertas sofridas

em frio porão. Desejos

sem apelos.

Na oração a ajuda. Fria

embrutece os mágicos

conselhos. Clava covarde.

 

Não, cura-te desviando-te.

Alude logo a perfeita ilha

que a todos convém.

 

Vem!

Longe estive das pedras, cortantes

em lances que a nenhum barco perdoa.

Avoa.

 

 

Uma frase é redobrada na oração.

O que regula o sentido de comédia

é uma tragédia que suspende as palavras

já prestes a sorrir.

 

Alargando a manha

no tato, num ridículo senso.

Editado em cortes

revelados nos sorrisos

ou na perda.

 

A audiência faz o drama.

 

Uma comédia é uma tragédia sem os sorrisos.

Uma tragédia é uma comédia em pequenos atos.

 

Levantar a moral escala os sorrisos.

 

Há audiência? – Faz o drama!

 

 



Escrito por Renato de Melo Medeiros às 00h05
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