∞
Pertence a essa falsa província,
tão grande, tão chega,
o tolo hábito de sangrar seus vales
em torturada atmosfera,
semi-governada,
humilhada.
Num corte de suas matas,
poluição de suas águas, única riqueza.
Vi 3 caminhões, velhos como o triste costume, carregando pilhas em toras dos caules de carnaubeiras violentadas.
Vi que o homem do vale açuense
é realmente digno de nota: zero.
Como assim vai sua estrada.
Lamento tê-los
confundidos.
∞
Tens
normais qualidades
te abusam.
Aos jornais
o medonho nojo
aos normais
te acusam.
Escrito por Renato de Melo Medeiros às 15h28
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